Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

2019: Um ano decisivo

Data de criação:

access_time 01/01/2019 - 14:26

Data de atualização:

access_time 15/05/2020 - 17:24
format_align_left 1 minuto de leitura

Em relatório conjunto dos nossos times de Economia, Política, Bolsa e Estratégia exploramos os principais temas a serem monitorados em 2019, o cenário político, sob a ótica de quantificar a aprovação das tão necessárias reformas e, por fim, avaliamos quão precificadas tais iniciativas estão no Brasil, no contexto dos mercados emergentes e da economia global. 

Bolsonaro assume a presidência em um cenário sem precedentes. O crescimento deve acelerar para 2% em 2019, a inflação está baixa e ancorada, os juros na mínima histórica. As reformas estão sendo priorizadas, e nossas pesquisas mostram sólida aprovação do novo governo, positivo para continuidade da agenda liberal. Os riscos são inerentes, mas se bem executado, o plano delineado pelo novo governo pode ser transformacional para o país.

Vemos a bolsa como o melhor ativo no Brasil, com potencial para atingir 125 mil pontos até o final do ano. Nesse contexto, seguimos gostando das estatais e cíclicas domésticas, mas destacamos também oportunidades nas cíclicas globais, que negociam a desconto excessivo. Previdência, privatizações, desinvestimentos, o BNDES e reformas tributárias são temas explorados com detalhe no relatório.

Também nesse contexto, estimamos potencial queda de 50-100bps da curva de juros, com a SELIC terminando o ano em 7,5%. Em relação ao dólar, vemos o patamar de 3,70-3,90 como sustentável.Quanto ao cenário global, vemos uma desaceleração para 2% de crescimento nos EUA, mas sem recessão, enquanto que esperamos que o forte estimulo em curso na China leve o crescimento a estabilizar, acumulando 6% em 2019. Por último, esperamos um acordo comercial entre os EUA e a China. Nesse contexto, acreditamos que mercados emergentes deverão ter posição de destaque.

Por favor, clique no botão abaixo para acessar o relatório completo.